Lapidar

Marina Lopes, ourives

Comecei a desenhar joias porque queria peças que parecessem de alguém, não de uma vitrine.

 

Estudei design e aprendi a ourivesaria na bancada, com paciência, lima e muitas horas de solda.

 

Em 2014 abri o ateliê em Campinas, com uma bancada e meia dúzia de ferramentas.

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Hoje desenho e finalizo cada peça pessoalmente, do metal bruto ao polimento.

 

Trabalho sobretudo com ouro e prata, metais que envelhecem bem e aceitam reparo.

 

Gosto de linhas simples e de detalhes que só aparecem de perto.

 

Nenhuma peça é igual à outra. As pequenas marcas da mão fazem parte do desenho.

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Atendo cada cliente com calma, no ateliê.

 

Alianças, solitários e brincos nascem de conversas: quem vai usar, onde, por quanto tempo.

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Acredito que uma joia boa acompanha a pessoa por muitos anos e muda de dono sem perder o sentido.

 

Por isso cuido do acabamento, da escolha das pedras e do conforto de cada peça, e ofereço manutenção depois da compra.

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Venha tomar um café e ver a bancada.

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Joias para uma vida inteira

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